Luís Filipe Pereira

Nascido em 29 de Outubro de 1944. Licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Gestão (1972).

Principais Cargos e Funções desempenhadas:

Cargos Públicos: Ministro da Saúde (2002-2005); Sec. Estado da Energia (1991-2005); Sec. Estado da Segurança Social (1987-1989); Presidente do Conselho Económico e Social (2015-2016).

Cargos Empresariais: Administrador da Logistel — Consultoria e Formação (2011- ); Presidente da LCS-Linha de Cuidados de Saúde (2015-2018); Membro do Conselho Geral e de Supervisão da EDP (2011-2015); Presidente da EFACEC (2006-2011); Presidente da ADP — Adubos de Portugal SA (1997-2002); Vice-Presidente da QUIMIGAL Adubos (1996-1997); Presidente do Instituto Superior de Transportes (1996-2001); Vice-Presidente da EDP (1989-1991).

Docência Universitária: Assistente Convidado do ISE — Instituto Superior de Economia (1972-1977); Professor Auxiliar Convidado (1977-2005); Professor Convidado — MBA Executive — INDEG-ISCTE (2014-2019).

Cargos em Associações: Presidente da AADIC — Associação de Apoio aos Doentes com Insuficiência Cardíaca (2019- ); Presidente do FAE — Forum de Administração de Empresas (2013-2019).

Condecorações: Grã Cruz da Ordem de Mérito (Janeiro de 2006) atribuída pelo Presidente da República; Medalha de Ouro de Serviços Distintos (Março 2015) atribuída pelo Ministério da Saúde.

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    «Nos últimos anos tenho dito e escrito algumas vezes que “a saúde que se faz em Portugal faz-se bem”. Mas também tenho dito e escrito algumas sugestões de melhoria, na convicção de que a saúde que se faz bem poderá e deverá fazer-se melhor. E é isso que nos dizem, cada um à sua maneira, um conjunto de personalidades com elevados conhecimento e experiência no setor — alguns deles ex-membros de diversos Governos portugueses —, neste livro “Saúde em Portugal — Pensar o Futuro”. Curiosamente, há algum consenso numa parte significativa daquilo que é apresentado, bem como na ideia de que o momento atual é propício ao que consideram ser a necessária reforma da saúde em Portugal.»

    in prefácio, Luís Portela