Adalberto Campos Fernandes

Professor Associado Convidado da Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa. Professor Catedrático Convidado da Universidade Europeia. Ministro da Saúde do XXI Governo Constitucional (2015-2018). Doutorado em Administração da Saúde pela Universidade de Lisboa. Mestre em Saúde Pública na especialidade de Administração dos Serviços de Saúde pela Universidade Nova de Lisboa. Licenciatura em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Especialista em Saúde Pública. Integra o Centro de Investigação em Saúde Pública (CISP) da NOVA ENSP e o Comprehensive Health Research Centre (CHRC) da Universidade NOVA. Integra o Regional Director’s Advisory Council on Innovation for Noncommunicable Diseases (NCD Advisory Council) da Região Europeia da Organização Mundial de Saúde. Presidente da Assembleia Geral do Instituto de Saúde Baseada na Evidência. Membro do Conselho Económico e Social. Membro do Conselho Consultivo da SEDES — Associação para o Desenvolvimento Económico e Social. Vice-Presidente do Conselho de Escola da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa. Académico Titular da Academia Nacional de Medicina de Portugal. Membro do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Coimbra. É autor de dezenas de artigos e comunicações. Integra diversas Associações Científicas Nacionais e Internacionais.

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    Saúde em Portugal — Pensar...

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    «Nos últimos anos tenho dito e escrito algumas vezes que “a saúde que se faz em Portugal faz-se bem”. Mas também tenho dito e escrito algumas sugestões de melhoria, na convicção de que a saúde que se faz bem poderá e deverá fazer-se melhor. E é isso que nos dizem, cada um à sua maneira, um conjunto de personalidades com elevados conhecimento e experiência no setor — alguns deles ex-membros de diversos Governos portugueses —, neste livro “Saúde em Portugal — Pensar o Futuro”. Curiosamente, há algum consenso numa parte significativa daquilo que é apresentado, bem como na ideia de que o momento atual é propício ao que consideram ser a necessária reforma da saúde em Portugal.»

    in prefácio, Luís Portela